Entre tramas, cores e memórias costuradas à mão, o Floripa Quilt – Festival de Patchwork e Arte Têxtil abre as portas de sua 13ª edição de 22 a 25 de abril, no Centro de Eventos da Associação Catarinense de Medicina (ACM), em Florianópolis
O fascínio pelas criações artesanais atravessa gerações e se reinventa em técnicas tradicionais e contemporâneas que dão forma a objetos do cotidiano, esculturas têxteis, vestuário e bonecas de pano. Nesse universo criativo, não há limites: artesãos, artistas, designers e bonequeiros transformam tecidos e fios em peças únicas, carregadas de memória, afeto e identidade cultural.
Essa imersão no fazer manual é o que move a idealizadora Janaina Machado Cordeiro desde 2012, quando realizou a primeira edição do festival. Ao longo dos anos, o Floripa Quilt consolidou-se como uma plataforma de valorização e conexão entre profissionais das manualidades em todo o Brasil.
“Apresentamos ao público, a cada edição, um recorte significativo do universo têxtil, reunindo expositores, artistas, empreendedores, estilistas e professores do Brasil e do exterior. É um projeto que evidencia a riqueza cultural e os múltiplos desdobramentos da arte manual”, destaca Janaina.
Janaina Machado Cordeiro, idealizadora do Floripa Quilt
Faltando menos de um mês para o início do evento, a programação da 13ª edição chega robusta e pensada para diferentes perfis de público. Além da tradicional feira de expositores — que reúne desde insumos até produtos autorais —, o festival oferece 16 cursos e oficinas voltados ao aprimoramento técnico e criativo.
A programação inclui ainda aulas demonstrativas gratuitas, sem necessidade de inscrição prévia, e rodas de conversa que promovem trocas informais sobre os bastidores das manualidades. Outro destaque é a exposição e premiação de trabalhos em patchwork, quilts, arte têxtil e bonecas de pano, evidenciando o reconhecimento crescente dessas práticas na cena artística contemporânea.




