Ambiente assinado por Leonardo Junqueira, nasce da ideia de que, quando respeitado, o tempo se converte em valor
Tal como o vinho que repousa na adega, as conversas que acontecem sem pressa e os encontros que amadurecem com o passar dos anos, a Galeria dos Encontros, por meio de materiais com visual brutalista como o concreto, madeira e pedra, e tons austeros – sobretudo o cinza, o preto e o marrom – a tradição modernista brasileira é revisitada, acrescida de um toque contemporâneo.
As obras de arte não decoram: observam e dialogam com o entorno. Assim como o bar, que sustenta copos, mas também gestos e silêncios. Por aqui, nada é circunstancial: tudo foi pensado para durar.
Escolhido com base em sua elegância atemporal e proporções clássicas, o mobiliário Artefacto busca traduzir o ideal de maturidade estética almejado pelo arquiteto: linhas mais contidas, conforto que acolhe e entende o corpo e um design que não objetiva o impacto imediato, mas permanência. Exemplo disso é a mesa bar Lena, selecionada por Junqueira em função de sua estrutura clara, sem excessos. Segundo ele como um gesto consciente, que dispensa adornos vazios.



