Fotografia, um toque de estilo e personalidade para seu lar

Profissional há 15 anos, Diogo Brasileiro conta que tem percebido o crescimento contínuo do uso da fotografia na decoração de ambientes

Foto: Diogo Brasileiro

Silvana Ferraz

Imagine que sensação boa seria acordar em um quarto com vista para o mar, ou entrar em casa e dar de cara com Paris? Para isso, não necessariamente precisaria viajar, basta investir numa tendência de decoração que tem crescido a cada dia: fotografias para dar vida e personalidade aos ambientes.

A fotografia faz parte do cotidiano de todo ser humano, contribuindo positivamente na vida de uma pessoa, seja no âmbito pessoal ou profissional. Apesar de já existir há anos, a primeira fotografia foi reconhecida em 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce. Ao longo do tempo, vários fatores e várias pessoas colaboraram para o desenvolvimento da fotografia que conhecemos hoje. De acordo com os registros históricos, químicos e físicos foram pioneiros nessa arte, sendo responsáveis pela materialização da imagem registrada pela câmera fotográfica, uma vez que o processo de revelação e fixação da fotografia é físico-químico, a partir da associação de condições ambientais e de iluminação a produtos químicos.

Com o avanço da tecnologia é possível melhorar cada vez mais a qualidade da fotografia, aumentando a resolução e a realidade das cores e, consequentemente, encantando a humanidade com a sua riqueza de cores e detalhes. Esse foi o caso do fotógrafo feirense Diogo Brasileiro, que desde que entrou em contato com a fotografia não consegue se imaginar longe de uma máquina fotográfica. “A fotografia apareceu na minha vida por acaso. Eu estudava Publicidade e Propaganda no Rio de Janeiro, curso que tem a fotografia como uma de suas matérias. Tive a oportunidade de ter aulas com um grande fotógrafo que despertou em mim a paixão pela fotografia. Ao retornar a Feira de Santana comecei a fotografar e quando me dei conta, já tinha todo equipamento necessário para me profissionalizar. Dentro de mim, eu nunca encarei que estivesse trabalhando. Quando estou fotografando é como se entrasse em transe, não sinto fome, não sinto vontade de comer, de fazer outra coisa além de fotografar”, revela.

Profissional há 15 anos, Diogo conta que tem percebido o crescimento contínuo do uso da fotografia na decoração de ambientes. “Já tem um tempo que eu tenho trabalhado com arquitetos, fotografando ambientes. Mas percebo que a procura de fotografias de paisagens, cidades, entre outros, tem se tornando uma tendência nos últimos tempos. Eu mesmo já comercializei algumas imagens, como a da cidade de Feira de Santana, para serem usadas na decoração de casas e escritórios”, comenta.

Ao escolher uma fotografia para decorar um ambiente, o dono da casa ou escritório deve imprimir seu estilo e personalidade. Segundo Diogo Brasileiro, opções não faltam. “A fotografia complementa o uso de quadros. Todo mundo gosta de fotografar. Todo mundo curte, então esse fascínio pela fotografia dá uma gama de escolhas diversas. É preciso ter cuidado apenas para não encher a casa de imagens. Além disso, elas precisam estar atreladas ao estilo do ambiente”, observa.

Diogo relata que a procura por essa arte para a decoração de ambientes tem sido tão frequente que resolveu dedicar um tempo para investir mais nessa área. “Quando eu comecei a fotografar eu gostava de tirar fotos de coisas, locais, pessoas. Então, essa tendência me permitiu voltar à minha origem. Estou produzindo imagens que podem ser utilizadas na decoração de ambientes. E percebo que a procura de quadros com fotografias para decoração está em alta. A ideia é criar um banco de imagens com diversas opções para a decoração de ambientes. A escolha da fotografia, no entanto, deve ser feita pelo arquiteto, uma vez que ele já conhece o perfil do seu cliente e do ambiente a ser decorado”, acrescenta.

Diogo revela que o dia a dia é a sua fonte de inspiração e que a fotografia é “o ar que respira”. “O fotógrafo tem um ângulo diferente das coisas, um jeito diferente de olhar a vida. Sem a fotografia eu não consigo viver, eu não vou ser feliz. Eu quero morrer fotografando”, conclui.

Matéria publicada na versão impressa da revista Sacada.

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